15 de junho de 2021
A necessidade de avaliar de forma mais representativa e menos invasiva os doentes com disfunções do trato urinário baixo, está presente diariamente na prática clínica. As restrições impostas pela pandemia vieram reforçar a necessidade de dotar os
profissionais de meios capazes de avaliar e seguir os seus doentes mesmo que à distância. As ferramentas de monitorização remota de doentes, permitem que o acesso aos cuidados de saúde especializados estejam disponíveis mais cedo e de forma mais
equitativa.